quinta-feira, 21 de maio de 2009

maio

"...já está no final.
É hora de se mover
pra viver mil vezes mais.
Esqueça os meses,
esqueça os seus finais.
Esqueça os finais."








"You take the pieces of the dreams that you have
Cos you don't like the way they seem to be going
You cut them up and spread them out on the floor
You're full of hope as you begin rearranging
Put it all back together
But any way you look at this
Looks like the lovers are losing..."

segunda-feira, 18 de maio de 2009

nem sei o nome disso

Nem tudo é como gostaríamos que fosse. Óbvio! Mas e daí? E daí que eu me surpreendo com muitas coisas na vida, de verdade (e olha que não sou de me surpreender). Me surpreende saber que, às vezes, algumas pessoas gostariam de participar da tua vida, enquanto que outras declaram não querer saber. Algumas já estão na tua vida, mas não tem uma participação real, não da forma que você realmente gostaria. Imagine a maravilha que seria poder jogar fora todas essas pessoas... As desinteressadas, as desligadas, as que não querem e nem fazem diferença. Imagine! Já pensou se pudessemos escolher conviver somente com aqueles que querem ter a nossa presença na vida? Não sei se teria graça, mas seria interessante ter o mínimo possível de chateação. Não seria? Ou então, se chatear somente com quem vale a pena gastar meia dúzia de palavras.

Enfim, eu sou cheia de defeitos, de picuinhas. Odeio falta de caráter. Falo demais, falo alto. Grito, eu diria. Falo besteira, palavrão e bebo (não necessariamente nessa ordem). Minhas risadas são escandalosas. Sou transparente e odeio isso. Sou meio mandona, nervosa. Aliás, não me irrito fácil, mas sou um saco pra desirritar. Não sou muito boa em guardar segredos e fico insuportável na TPM. Sou inconsequente e um tanto ciumenta. Odeio esperar, mas faço com que me esperem com frenquencia. Tenho insônia, rôo as unhas, adoro carinho, mas odeio melosidade. Odeio conversar de manhã indo pra aula, odeio gente bitolada. Não sou politicamente correta pra tudo. Sou católica, mas nem tanto... Odeio pressão, só tenho paciência com quem eu acho que merece e tudo mais! Sou chata, chata, chata. De perto todo mundo é chato, louco, meio sem noção e fim.
Não tem jeito... O mundo tá aí cheio de gente, e todas elas tem suas peculiaridades. O que se pode fazer é decidir que tipo de defeitos são aceitáveis na tua visão e ser compreensivo com quem realmente merece que você seja.

domingo, 17 de maio de 2009

o que têm mais graça

Quem foi que disse que quer uma vida fácil? Eu é que não! Juro. Odeio o que é fácil, odeio ter a vida facilitada. Pode parecer hipocrisia dizer isso, mas é a mais pura verdade! Que graça teria vencer um campeonato brasileiro por W.O.? Nenhuma! Bom mesmo são os gritos nervosos pela perda de um gol ou pelo 'frango' do goleiro. Boa é a raiva de berrar com a TV e sentir-se ignorado, não por não ser ouvido (até porque tem-se a certeza de sê-lo), e sim por não ser escutado. Feliz é a revolta de um gol tomado, numa partida que dizia-se ganha. Porém, o melhor de tudo mesmo é a euforia de ver teu time fazendo um gol na prorrogação, sabe? Maravilhoso é o sentimento que se tem quando é feito o 'gol da virada', aquele no qual todos não acreditavam, mas que você, no fundo, tinha uma fé imensa de que aconteceria! Inexplicável é a sensação de ver a taça levantada, e de com isso esquecer todos os berros, gritos e a agonia sentida anteriormente. Disso é que surge a enorme vontade de vestir a camisa no dia seguinte, só pra mostrar o tamanho do teu orgulho.
Então, não me venha com rede de proteção, com estabilidade, com monotonia, com marasmo... Eu quero é muita aflição, palpitações, taquicardia, alta velocidade. Quero cruzar sinais vermelhos, quero descer a correnteza com uma canoa, quero adrenalina. Porque eu gosto mesmo é de dar a cara à tapa!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

it's easier alone, but

"You still surprise me every day,
You blanket me with grace,
You clear the static and you get
me reconnected..."



E por enquanto (e espero que o enquanto
se demore) é só!


quinta-feira, 7 de maio de 2009

senso incomum

Moedas têm dois lados e a vida também. Se uma coisa está muito boa pra você, outra não vai estar tão boa assim... Acho fundamental esse equilíbrio. Ele nos mantém ligados de que nem tudo vai estar bom ao mesmo tempo. E de que quando uma coisa melhora, outra vai piorar, e é só questão de tempo pra isso. A insatisfação é necessária pras pessoas, pela vontade irremediável de ter sempre o melhor, de querer sempre o melhor. Porém, da mesma forma, também acredito que todo mundo deve ter um limite pra isso, porque é quase impossível que tudo esteja perfeito. Falo isso, porque nem tudo que está bom pra mim, está bom pro meu amigo, pro meu vizinho, pro Lula... E quase todo mundo tem a mania ridícula de seguir e até de se incomodar por 'conselhos' ou pelo 'senso comum'. E aí é que está: uma coisa (ou alguém) não precisa ser boa pra outra pessoa além de você! Se a tua roupa, ou teus amigos, ou teu cabelo, ou o teu 'paquera', não agradam as pessoas ou não seguem as 'convenções': que se exploda! O maior interessado e beneficiado vai ser sempre você!

Um ponto bom em 'não se importar', é ter amigos diferentes e fantásticos que estão sempre comigo. Que se juntam pra falar besteiras todas as manhãs. Que falam o que pensam de mim e dos outros. Que não perdem a chance de fazer brotar muitos sorrisos dessa boca efusiva aqui. Que se reunem pra assistir um filme de terror antigo. Que comem 50 esfihas sem a preocupação de futuros quilos a mais. Que se empanturram de brigadeiro com sorvete de creme sem medo de celulite.E que conseguem manter o rebolado após uma noite mal dormida, e ainda fazer piada e rir de todo o cansaço e mau humor.

Que nos desculpem os conservadores e ortodoxos, amém!